Flor

| domingo, 6 de novembro de 2011 | |














A nuvens informes caminham sem tocar os pés no chão
Coisa essa que nunca aprendi por ser pesado demais
Pedaços de lágrimas caem rápidos sobre a acostumada vida
Levantando os erros de tentativas passadas em forma de ventania
E a única flor que me resta viva
A razão de ainda permanecer, mesmo deserto
Hesita-se em adormecer ou morrer.

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