Cosmogonia do meu eu

| sexta-feira, 14 de março de 2014 | |
Vejo, por toda a minha visão, os começos amontoados
Da expansão no ventre da Mãe ao alcance das copas
(Uma árvore bem construída tem dedos que arranham o céu)
Quanto tempo demora para que o novo se torne casa?
Desde quando deixei de existir no amontoado, cresço e me escureço que não mais me conheço.

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