Pintura

| sábado, 9 de maio de 2015 | |


























Quisera eu, pintar o céu que vejo
Em seus movimentos mais gélidos,
Em seus dormentes mais agitados,
Quase como fosse um pequenino
–– Junção de brincadeira e fuga.
Eu queria marcá-lo, imprimi-lo ali,
Seja na tela de meus olhos,
No fenômeno que se diz a todos,
Mas eu já o deixo abandonado,
Ainda que visto e morada das íris,
Como se já não o visse –– morresse!

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