Acordeom

| quinta-feira, 12 de junho de 2014 | |














Eu queimei tanto tempo tentando escrever que me fiz esquecido da lei!

As palavras devem ser fluídas como o acordeom que canta no peito
Deixando a música fluir tão bem nas veias que o corpo chega a ser mar
Que de tanto se agitar, as espumas fluem como pássaros acima do horizonte
E lá de cima, caem sobre as pedras e, dentro delas, flui como se não houvesse pressa

Vida: um instrumento, uma dança... Uma palavra!
Com os mesmos cantos, os mesmos mares e a mesma lei
A fluidez deve brincar com todos os tipos de verbos
–– Até aqueles em que a voz não sabe explicar.

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